O líder salvador da Pátria!

Colegas estou lendo o livro ‘Manual de Gestão – Organização, Processos e Práticas de Liderança” do autor Haino Burmester, e gostaria de compartilhar com vocês um trecho que demonstra uma visão distorcida do líder dentro das organizações.

“Quando se fala em liderança, vem logo à cabeça de muitos a figura do líder carismático, messiânico ou salvador da pátria. A nossa sociedade gosta de criar heróis e superestimar o valor de um indivíduo, mitificando-o; parece que isso lhe dá segurança, na dependência ao mito. Aquela pessoa que resolve tudo, que é responsável por tudo e sem cuja presença nada acontece, só existe no realismo fantástico e na mente daqueles que se locupletam afagando personalidades vaidosas, ou nas próprias personalidades vaidosas. Quantas vezes já se ouviram expressões do tipo: “sem mim nada acontece nesta organização; tudo para”. Tais pessoas pensam estar exaltando suas competências e realçando o fato de que são imprescindíveis. Nada mais falso e deturpado. Às vezes, a dependência nada mais é do que a justificativa para, inconscientemente, criar o caos na organização que, então, “necessita” do líder para “sobreviver”; esse líder emerge na crise para “salvar” a organização. E aí as crises se sucedem para que o líder possa sempre emergir como o “salvador”. As crises se repetem e até se perpetua um estado de crise endêmica que justificará sempre a necessidade do “pai de todos” para trazer estabilidade. Se a organização depende de uma pessoa para sobreviver, estará mal durante sua ausência. Logo, organizações de sucesso não dependem de um líder para sobreviver, mas de um sistema de liderança forte que tem no líder seu principal executor, defensor e disseminador. São sistemas de lideranças fortes que fazem instituições fortes; líderes fortes e autoritários fazem ditaduras dentro das organizações.”

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